sábado, 29 de setembro de 2012

Poema iluminista

  Boa noite! Ça va? Comigo tudo bem!
  Hoje mostrarei-vos um poema baseado nas ideias iluministas, um poema do que eu chamo de nova safra: poemas que saem do campo egoísta da subjetividade, adotando uma postura mais crítica em relação à sociedade.
    Este poema dedico ao caro Dr, Rubens, anfitrião dos saraus do CRO, ( Conselho Regional de Odontologia) que o elogiou bastante quando o recitei na Cesta cutlural, na última sexta feira, evento realizado toda última sexta feira de cada mês, no IFRN, localizado na Avenida Rio Branco, no bairro de Cidade Alta. Ele leva o nome do filósofo que me fez cursar filosofia na UFRN.
   

                                  VOLTAIRE

               


Prefiro ser um casto cosmopolita
Do que um patriota sibarita
Prefiro não ter nação e identidade
Libertar meu coração da maldade

Prefiro ser um agnóstico bondoso
Do que um religioso rancoroso
Que viola a liberdade de expressão
Sem nenhum arrependimento no coração

Não gostas do que eu digo?
Continuai com o discurso, amigo
Apenas não usai da insolência
E muito menos da odiosa violência!

Não te aches superior a alguém
Quem tem esse direito?  Ninguém!
Se os direitos de um ser vivo violas
Arrancas dos justos frases revoltosas!

Para todos a desejada liberdade!
Assim como a igualdade e a fraternidade
Acabando com a maldade e a hipocrisia
Automaticamente nascerá a tão sonhada utopia!


4 comentários:

  1. Quanta Poesia, quanta verdade e sensibilidade neste Poema que o jovem, porém, maduro Poeta nos brinda! A homenagem a essa eterna figura universal é mais do que merecida, e deve ser refletida, pois está mais atual do que sempre! Parabéns, iluminado vate!

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